Índice Ómega 3
O Índice Ómega 3 representa a percentagem de ácidos gordos Ómega 3 de cadeia longa, ácidos eicosapentaenóico (EPA) e docosahexaenóico (DHA) presentes nos fosfolípidos da membrana plasmática dos glóbulos vermelhos. Esses ácidos gordos são considerados essenciais porque como nem sempre os conseguimos sintetizar, devem ser fornecidos pela alimentação.
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Todos os anos morrem mais pessoas devido a doenças cardiovasculares do que por qualquer outra causa. Estima-se que o número de mortes imputáveis às doenças cardiovasculares seja de 17,3 milhões, 30% da mortalidade mundial total. Destas mortes, estima-se que 7,3 milhões sejam devidas a cardiopatia coronária e 6,2 milhões a AVC (estatísticas de 2008). Um acidente vascular cerebral atinge uma pessoa no mundo a cada 45 segundos.
Os Ómega 3 desempenham um papel importante:
- Na fluidez da membrana
- Na normalização da pressão arterial
- Nos processos inflamatórios
- Na agregação plaquetária
- Na função cognitiva
Alguns exemplos de peixes gordos:
- Sardinha
- Cavala
- Arenque
- Salmão
- Anchova
- Linguado
- Enguia
- Truta
Inclui o consumo de alimentos ricos em EPA e DHA (peixes gordos) e a transformação do seu precursor, o ácido alfa-linolénico (LNA), no fígado através da intervenção das desaturases. É o reflexo do consumo de ácidos gordos Ómega 3 nos últimos três meses e um excelente marcador científico e controlável para a prevenção eficaz das doenças cardiovasculares.
Os valores óptimos do Índice Ómega 3 situam-se entre 7,5% e cerca de 10%. Abaixo de 4%, o risco de morbilidade cardiovascular está significativamente aumentado. Um Índice de Ómega 3 baixo aumenta o risco de depressão e compromete o funcionamento cognitivo cerebral

