Septina 9

 
 
Teste Septina 9

Os programas de rastreio constituem uma ferramenta essencial para a deteção precoce do cancro do cólon. Quando detetado em estágios iniciais, a taxa de cura é superior a 90%.

O teste deteta mais de 75% dos tumores em estágio inicial, com um grau de especificidade e sensibilidade superior à maioria das técnicas de rastreio atuais.


Taxa de Incidência

Teste Septina 9

Comparação com Outros Testes

Para quem?

Resultado Positivo

Resultado Negativo

 Taxa de Incidência

A incidência do cancro do cólon em Portugal ultrapassa os 6.000 novos casos por ano e é a segunda causa de morte por cancro, com uma incidência similar em homens e mulheres. A sobrevivência depende do estágio em que o tumor é detetado, portanto a deteção precoce é fundamental. Apenas 12% da população adulta participa em programas de rastreio populacional de prevenção do cancro do cólon.

A população de risco médio é constituída por homens e mulheres a partir dos 50 anos de idade, que não apresentam sintomas ou, aparentemente, são saudáveis. Quando o cancro do cólon é detetado em estágios iniciais, o doente tem uma probabilidade de cura de 90%.

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Teste Septina 9

O teste realiza-se no sangue periférico e deteta a presença da forma metilada do gene Septina 9 (mSEPT9), um novo marcador tumoral genético, presente em mais de 90% dos tumores do cólon, passando para o sangue como ADN livre. A presença de mSEPT9 no plasma indica a possibilidade de existir uma neoformação relacionada com cancro do cólon.

Paciente: Não necessita de qualquer preparação prévia.

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Comparação com outros testes

O teste Septina9 tem uma especificidade acima de 99% e uma sensibilidade de 80%, dados muito superiores aos apresentados pelas técnicas de rastreio atuais, baseadas na identificação de sangue oculto nas fezes. Portanto, obtêm-se menos falsos positivos e menos falsos negativos.

A metilação do gene da Septina9 é um processo precoce no desenvolvimento tumoral, pelo que o rastreio é positivo, inclusivamente nos estágios iniciais de cancro do cólon.

Mais de 75% dos tumores identificados nos programas de rastreio baseados em mSEPT9 estão em estágios iniciais.

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Para quem?
  • População em geral, sem sintomas, a partir dos 50 anos,
    tanto homens como mulheres.
  • Pessoas que não façam colonoscopias de rotina, conforme
    estabelecido nos programas de rastreio de cancro colorretal.

A análise não substitui a realização da colonoscopia, que continua a ser o exame complementar indicado para a diagnóstico do cancro do cólon.

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Resultado Positivo
Significa que foi detetada a presença de mSEPT9 no plasma do paciente. Existe uma maior probabilidade de ter um cancro colorretal. Deverá consultar um especialista do aparelho digestivo, que estabelecerá o procedimento a seguir, conforme o seu critério clínico.
Em cada 2 pessoas testadas com resultado positivo, 1 terá patologia tumoral.
Resultado Negativo

Não foi identificado mSEPT9. A pessoa testada tem probabilidade de 99.9% de não ter cancro do cólon.
Recomenda-se repetir o exame a cada um ou dois anos.

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